
Actualmente não existe cura para a doença de Parkinson mas várias medidas terapêuticas podem proporcionar franco alívio dos sintomas. Nem todos os doentes necessitam de medicamentos, estes estão reservados para aqueles cujos sintomas são muito intensos e de grande influência negativa na sua vida diária. Nem todos os indivíduos reagem da mesma forma à medicação, é necessário tempo e paciência para se alcançar a dose para o indivíduo em causa. E mesmo assim, por vezes, não se consegue aliviar todos os sintomas por completo.
No estágio inicial da doença os médicos geralmente iniciam o tratamento com um ou uma combinação de medicamentos mais fracos nomeadamente anticolinérgicos e amantadina e reservam o tratamento mais forte, nomeadamente com Levodopa, para quando for realmente necessário. Levodopa é um químico simples encontrado naturalmente nas plantas e animais. As células nervosas conseguem converter a levodopa em dopamina , assim, combater as necessidades em dopamina destas células.
COMO A ECP TRATA O MAL DE PARKINSON
1. No tratamento do Parkinson com ECP, um aparelho estimulador de 15 mm de espessura e 80 g de peso é colocado sob a clavícula.
2. Fica conectado a eletrodos inseridos em regiões específicas do cérebro. Os eletrodos emitem descargas elétricas de até 10,5 volts.
Porém, a dopamina sozinha não consegue atravessar a barreira hemato-encefálica bem como causa: náuseas, vómitos e hipotensão arterial assim, geralmente, é dado aos doentes a associação de levodopa e carbidopa de forma a evitar efeitos colaterais bem como permitir que a dopamina alcance as células do cérebro. A Levodopa pode ser bastante eficaz mas é importante ter a consciência de que não é uma cura. Apesar de diminuir os sintomas não consegue parar a evolução progressiva da doença.
À medida que a doença progride e o tempo da terapêutica médica se alonga a dose de dopa que controla os sintomas é sobreponível à que causa efeitos adversos como discinésias (perturbação dos movimentos) incontroláveis e problemas comportamentais. A doença fica medicamente intratável e é nesta altura que a terapêutica cirúrgica pode ter um papel importante. Investigadores têm mostrado interesse por um procedimento cirúrgico designado por pallidotomia numa porção do cérebro designada globus pallidus que está lesionada. Alguns estudos indicam que esta técnica pode melhorar sintomas como tremor, rigidez, discinésia. Várias outras técnicas cirúrgicas têm vindo a ser alvo de várias investigações.
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