Doenças Neurodegenerativas

Inflamação é o processo comum em todas as doenças neurodegenerativas (doenças que por determinado motivo, literalmente destroem os neurónios - células responsáveis pelas funções do cérebro. Quando essas células são destruídas, gradualmente o doente vai perdendo as funções motoras, fisiológicas e psicológicas) onde as funções dos neurónios no sistema nervoso central são primeiramente afectadas e posteriormente destruídas.Todas as doenças que iremos abordar tem como principal anomalia a destruição das células cerebrais. Na grande maioria dos casos, os factores que poderão desencadear o aparecimento destas doenças ainda são desconhecidos. Estima-se que um grande número de doenças nerodegenerativas esteja associado a transmissão genética, no entanto, muitas ocorrem em casos isolados de uma família.

quinta-feira

O que é a Esclerose Múltipla?


A esclerose múltipla é uma doença caracterizada por zonas isoladas de desmielinização nos nervos do olho, no cérebro e na medula espinhal.

O termo esclerose múltipla é dado pelas múltiplas áreas de cicatrização (esclerose) que representam os diversos focos de desmielinização no sistema nervoso. Os sintomas e sinais neurológicos da esclerose múltipla são tão diversos que os médicos podem falhar o diagnóstico quando aparecem os primeiros sintomas. Dado que o curso da doença costuma piorar lentamente com o tempo, as pessoas afectadas têm períodos de saúde relativamente bons (remissões) que alternam com surtos da doença (exacerbações).

quarta-feira

Descodificar a doença

A esclerose múltipla é uma doença do sistema nervoso, crónica, desmielinizante e degenerativa. Vejamos o que significa cada um dos conceitos:

• Chama-se esclerose porque, devido à doença, se forma um tecido semelhante a uma cicatriz, que endurece, deixando uma placa em algumas áreas do cérebro e da espinal-medula;

• É múltipla, na medida em que afecta vários áreas do sistema nervoso, com sintomas que tanto podem ser leves como severos, que aparecem e desaparecem, total ou parcialmente, de uma maneira imprevisível;

• É desmielinizante porque causa uma lesão na mielina que envolve as fibras nervosas;

• É degenerativa pois há também lesões das próprias fibras nervosas, as quais podem evoluir de uma forma irreversível


Quais as causas da EM?


As causas da esclerose múltipla são desconhecidas, mas suspeita-se que um vírus ou um antigénio desconhecido sejam os responsáveis que desencadeiam, de algum modo, uma anomalia imunológica, que costuma aparecer numa idade precoce. Então o corpo, por um motivo qualquer, produz anticorpos contra a sua própria mielina; isso ocasiona a inflamação e a lesão da bainha de mielina.

Parece que o factor hereditário desempenha um certo papel na esclerose múltipla. Cerca de 5 % dos indivíduos com esclerose múltipla têm um irmão ou uma irmã com a mesma afecção e 15 % têm algum familiar que sofre dela.

Os factores ambientais também desempenham um papel importante. A doença manifesta-se em 1 de cada 2000 indivíduos que passam a primeira década da sua vida em climas temperados, mas só 1 em 10 000 dos nascidos nos trópicos. A esclerose múltipla quase nunca ocorre em pessoas que passaram os primeiros anos da sua vida perto do equador. Parece ter mais importância o clima em que o indivíduo viveu os seus primeiros dez anos do que aquele em que passa os anos posteriores.

Doença de Alzheimer


Actualmente, a doença de Alzheimer afecta 26 milhões de pessoas em todo o mundo. Em 2050, prevê-se que o número de pessoas afectadas será de 106 milhões. Ainda não existe cura para esta doença. No entanto, há vários medicamentos novos em desenvolvimento. A eficácia destes medicamentos é tanto maior quanto mais precocemente se detecta a doença e se inicia o tratamento.

terça-feira

O que é a doença de Alzheimer? (Cientificamente)



A doença de Alzheimer é uma doença do cérebro, cujos principais sintomas são a perda da memória e do raciocínio. A doença é causada por uma deteorização progressiva das células cerebrais, que acabam por morrer. No cérebro de um doente de Alzheimer, as células acumulam, progressiva e irreversivelmente, umas estruturas anormais. Estas estruturas, denominadas pelas placas amilóides, interferem com o funcionamento normal das células conduzindo à sua morte. Distinguem-se duas formas da doença. A forma esporádica, muito mais frequente, manifesta-se em pessoas com mais de 60 a 65 anos de idade. A forma familiar, rara, surge mais precocemente entre os 30 e os 60 anos.

Sintomas da Esclerose Múltipla


(Clique na imagem para visualizar em tamanho grande)
Os sintomas aparecem, geralmente, entre os 20 e os 40 anos e as mulheres sofrem da doença com uma frequência algo superior à dos homens. A desmielinização costuma aparecer em qualquer parte do cérebro ou da medula espinhal e os sintomas dependerão da área afectada. A desmielinização nas vias nervosas que transmitem sinais aos músculos é a causa dos problemas de mobilidade (sintomas motores), enquanto a desmielinização nas vias nervosas que conduzem a sensibilidade ao cérebro causa alterações sensitivas (sintomas sensoriais ou sensitivos).

De uma forma geral, manifestam-se estes sintomas:





A doença de Alzheimer é hereditária?


A grande maioria dos casos da doença de Alzeimer não são hereditários. A doença surge esporadicamente e em pessoas com mais de 60-65 anos de idade, sem nenhuma relação familiar aparente. No entanto, 5 a 7% dos doentes de Alzheimer herdam a doença dos seus pais. Estes doentes sofrem de uma forma particular da doença denominada doença de Alzheimer familiar. A doença de Alzheimer familiar é causada por mutações em determinados genes e transmite-se de pais para filhos. O filho ou filha de uma pessoa com a doença tem 50% de probabilidade de herdar o gene mutado e, portanto, vir a sofrer da mesma doença. A doença de Alzheimer familiar caracteriza-se por afectar índividuos mais jovens. O aparecimento de sintomas de perda da memória e de raciocínio numa pessoa com menos de 55-60 anos e com casos semelhantes na familia levanta a suspeita de doença de Alzheimer familiar. O diagnóstico é confirmado por um teste genético que identifica a mutação causadora da doença naquela família.

segunda-feira

Tratamento

Um tratamento relativamente recente, o interferão beta em injecções, reduz a frequência das recidivas. Outros tratamentos prometedores, ainda em investigação, consistem noutros interferões, mielina oral e copolímero 1, que ajudarão a evitar que o organismo ataque a sua própria mielina. Ainda não se estabeleceram os benefícios da plasmaférese nem da gamaglobulina endovenosa, e, além disso, estes tratamentos nem sequer são práticos para uma terapia de longa duração.

Os sintomas agudos podem controlar-se com a administração, durante breves períodos, de corticosteróides como a prednisona, administrada por via oral, ou a metilprednisolona, por via endovenosa; durante décadas, estes medicamentos constituíram a terapêutica de eleição. Embora os corticosteróides possam reduzir a duração das crises, não atrasam a debilidade progressiva a longo prazo. Os benefícios dos corticosteróides podem ser contrariados pelos muitos efeitos secundários potenciais que eles produzem quando se tomam durante períodos prolongados. Os corticosteróides aumentam a predisposição para as infecções, ocasionam diabetes, aumento de peso, cansaço, osteoporose (fragilidade óssea) e úlceras. Outras terapias imunodepressoras, como a azatioprina, ciclofosfamida, ciclosporina e a irradiação total do sistema linfóide, não demonstraram a sua utilidade e costumam causar complicações significativas.

domingo

Primeiros sinais da doença de Alzheimer



Os primeiros sinais de alerta ocorrem ao nível da memória: os doentes demonstram uma incapacidade frequente para evocar acontecimentos recentes, como episódios do quotidiano e nomes, mas também a capacidade de recordar o passado mais remoto. Além de se perderem na memória, perdem-se no espaço e no tempo: vão-se tornado incapazes de reconhecer onde estão, esquecem-se de como lá chegaram e de como regressaram a casa, mesmo quando se encontram em ambientes familiares.
O mesmo acontece com as tarefas mais básicas, do dia a dia: fazer um telefonema ou preparar uma refeição pode ser um quebra-cabeças por dificuldade em associar os diversos gestos envolvidos. Tal como comunicar - faltam as palavras ou são usadas palavras inadequadas ao contexto, o que inviabiliza, por exemplo, a identificação de objectos.
É ainda comum a utilização inadequada de objectos: numa casa onde viva um doente de Alzheimer o relógio pode ser encontrado dentro do fogão. Há uma perda de discernimento que envolve domínios tão distintos como o vestuário ou a tomada de decisões relacionadas com o dinheiro: estes doentes podem vestir-se num dia de Inverno como se fosse Verão ou atirar dinheiro à rua, sem noção do seu valor. Exacta forma de demência afecta igualmente o humor, a personalidade e o comportamento, sendo comuns a agressividade, a desconfiança, a confusão e o receio. Comum é ainda o desinteresse por actividades que, antes da doença, proporcionam prazer e implicam iniciativa.

Dar a volta à EM


As pessoas com esclerose múltipla costumam levar uma vida activa, embora possam cansar-se com facilidade, e é possível que não consigam cumprir demasiadas obrigações. Os exercícios praticados com regularidade, como a equitação, a bicicleta estática, os passeios, a natação ou os alongamentos, reduzem a espasticidade e contribuem para manter a saúde cardiovascular, muscular e psicológica. A fisioterapia pode contribuir para a manutenção do equilíbrio, da capacidade de deambulação e do grau de mobilidade, ao mesmo tempo que pode reduzir a espasticidade e a debilidade.



Costumam ser afectados os nervos que controlam a micção e a defecação, produzindo incontinência ou retenção urinária ou fecal. Muitas pessoas aprendem a colocar a si próprias uma sonda vesical para manter um baixo volume residual na bexiga urinária e iniciam também um programa de tratamento com laxantes para regularizar a sua função intestinal. As pessoas que se debilitam e que manifestam dificuldades para se mover com certa facilidade podem desenvolver úlceras causadas pela permanência prolongada na cama; por isso, as pessoas que lhes prestam assistência devem ter um cuidado especial para prevenir as lesões da pele.

sábado

Voltas trocadas


Além da memória, também a capacidade de localização no tempo e no espaço e afectada. E, de um dia para o outro, os doentes deixam de conseguir encontrar caminhos. Perdem-se na própria casa, na vizinhança. E desenvolvem comportamentos estranhos como a deambulação errática.
O risco de desaparecerem ou de terem a vida em perigo é, pois, elevado, mas pode ser minimizado. Assim, os doentes devem andar sempre identificados, os vizinhos e comerciantes próximos devem ter conhecimento do seu estado, a possibilidade de saírem de casa sozinhos deve ser reduzida.
A confusão não afecta apenas os passos dos doentes: eles escondem objectos e depois esquecem-se de onde os deixaram, comportam-se como se estivessem sempre à procura de alguém ou de algo.
Em qualquer uma destas circunstâncias carecem de ajuda: para voltar a casa ou para encontrar o que perderam. Mas, por mais difícil que seja, há que resistir à tentação de os recriminar: fazê-lo aumenta a insegurança e pode estimular a agressividade.
A agressividade espreita nestes doentes, o que é, desde logo, explicado pelo facto de não reconhecerem a nova realidade nem saberem lidar com ela. Não ser capaz de realizar tarefas banais e rotineiras, não conseguir identificar pessoas e lugares, não se recordar de acontecimentos e rostos familiares, ter dificuldade em comunicar é, afinal, razão mais do que suficiente para que os doentes de Alzheimer se sintam confusos, frustrados, reagindo com oscilações do humor, instabilidade e agressividade.
É um tumulto de emoções ao assalto dos doentes e dos cuidadores, para quem o Alzheimer é um fardo muito pesado.
Também eles precisam, pois, de ajuda.

Não confundir!


Existem outras doenças que podem produzir sintomas semelhantes aos da esclerose múltipla, são elas:

-> Infecções virais ou bacterianas do cérebro (doença de Lyme, SIDA, sífilis)

-> Anomalias estruturais da base do crânio e da coluna (artrose grave do pescoço, hérnia discal)

-> Tumores ou quistos no cérebro e da medula espinhal (siringomielia)

-> Degenerescência espinocerebelosa e ataxias hereditárias (perturbações em que a acção dos músculos é irregular ou actuam de forma descoordenada)

-> Ictoas pequenos (especialmente em pessoas com diabetes ou hipertensão que são propensas a tais ictos)

-> Esclerose lateral amiotrófica (doença de Lou Gehrig)
Inflamação dos vasos sanguíneos do cérebro ou da medula espinhal (lúpus, arterite)

sexta-feira

Esquecimentos e esquecimentos...


É normal que a idade afecte a memória, mas os esquecimentos próprios da doença de Alzheimer são de outra natureza. Distingui-los é útil para agir o mais precocemente possível. Assim:

• Um idoso pode ter dificuldade em lembrar-se de parte de um episódio, enquanto um doente de Alzheimer esquece acontecimentos e experiências na totalidade;

• Um idoso acaba por recordar-se mais tarde, um doente de Alzheimer não;

• Um idoso mantém a capacidade de seguir indicações, verbais ou escritas, mas um doente de Alzheimer não;

• Um idoso consegue usar notas, enquanto um doente de Alzheimer tem cada vez mais dificuldades em fazê-lo;

• Um idoso mantém geralmente a autonomia, mas um doente de Alzheimer vai ficando incapaz de tomar conta de si próprio.

quinta-feira

Alimentação esquecida...


A alimentação é, com frequência, negligenciada, com o estado nutricional dos doentes a ficar fragilizada à medida que a doença avança. No início, tanto pode haver recusa dos alimentos como esquecimento. Também pode acontecer o contrário: uma compulsão para comer, que conduz a um aumento temporário de peso. O mais comum é, no entanto, que haja perda de quilos.
Numa fase intermédia da doença, já não é a memória que interfere com a alimentação, mas sim a menor capacidade de concentração, de comunicação e de coordenação motora. Os doentes abandonam a rotina das refeições, o que, mais uma vez, se reflecte no peso, com a agravante de, nesta altura, haver uma maior necessidade calórica devido às deambulações erráticas.
Já na fase mais avançada da doença, os doentes tendem a comer compulsivamente e a ingerir objectos não comestíveis, ao mesmo tempo que assistem a uma regressão no comportamento alimentar: tal como uma criança, não conseguem comer sozinhos porque não sabem o que fazer com os alimentos, seja no prato, seja na boca, nem sabem usar os talheres. O risco de desidratação e desnutrição é elevado.
Nesta fase é indispensável a intervenção do cuidador: para adaptar as refeições ao doente, para prevenir os acidentes, para criar um ambiente propício e garantir um adequado estado nutricional.

quarta-feira

Dar a volta ao problema


Na ausência de cura, o tratamento é orientado para os sintomas, procurando melhorar a qualidade de vida.
Desse percurso faz parte uma dupla abordagem: farmacológica e não farmacológica. No campo nos medicamentos são utilizados fármacos sintomáticos e os chamados fármacos de nova geração. Os primeiros dirigem-se, como se depreende do nome, ao alívio dos sintomas mais incómodos da doença, deles fazendo parte os anti-depressivos, os neurolépicos, os ansíoliticos e os tranquilizantes, entre outros.
São medicamentos que actuam sobre a agressividade e a insónia, por exemplo, visando estabilizar o comportamento dos doentes. Já os medicamentos da nova geração actuam a nível cognitivo, nos domínios da memória e da concentração, existindo duas categorias distintas indicadas para a fase inicial a moderada da doença e para a fase moderada a grave. O tratamento não se esgota nesta vertente, com os doentes de Alzheimer a beneficiarem de intervenções comportamentais. Uma das terapêuticas visa orientar para a realidade, apoiando o conhecimento e desempenho no ambiente que os rodeia. Outra das alternativas é a terapêutica de validação, que envolve o reconhecimento e reforço dos sentimentos subjectivos dos doentes. Em ambas a comunicação é uma ferramenta valiosa. Os doentes de Alzheimer vivem num mundo só seu, em que as pessoas, os objectos, o espaço e o tempo perdem significado. As capacidades e as competências vão sendo afectadas e gestos tão banais como tomar banho ou comer deixam de ter sentido. Em consequência, é grande o risco de abandono das funções básicas da sobrevivência.

terça-feira

Detectar doenças degenerativas do cérebro

Um investigador canadiano anunciou ter conseguido desenvolver um teste ao sangue que permite detectar doenças degenerativas do cérebro, como Alzheimer ou Parkinson, método que poderá ser comercializado dentro de dois a cinco anos.

O teste, cujo objectivo é detectar as acumulações anormais de proteínas, que revelam a presença desse tipo de doenças, vai permitir um "diagnóstico fiável ", disse Neil Cashman, do Centre for Research in Neurodegenerative Diseases, da University of Toronto. Actualmente os médicos têm de utilizar técnicas não-biológicas como os testes cognitivos, testes de memória ou efectuar punções lombares para detectar a presença da doença de Alzheimer.

No entanto, referiu, esses testes não são eficazes a 100 por cento e só depois da morte do doente é que se pode efectuar uma biopsia para confirmar a exactidão do diagnóstico. "Não se trata de um tipo de doenças para as quais se pode encontrar um grupo anormal de células, como a leucemia. Uma vez que estas doenças se desenvolvem no interior do crânio, mesmo os melhores especialistas não conseguem mais que um grau de 80 a 90 por cento de certeza no seu diagnóstico", explicou o investigador.

Dentro de seis meses a empresa de Cashman espera terminar um outro teste que permite detectar a encefalopatia espongiforme bovina, bem como a sua variante humana, a doença de Creutzfeldt-Jakob.

domingo

Doenças Neurodegenerativas

Inflamação é o processo comum em todas as doenças neurodegenerativas (doenças que por determinado motivo, literalmente destroem os neurónios - células responsáveis pelas funções do cérebro. Quando essas células são destruídas, gradualmente o doente vai perdendo as funções motoras, fisiológicas e psicológicas) onde as funções dos neurónios no sistema nervoso central são primeiramente afectadas e posteriormente destruídas.
Todas as doenças que iremos abordar tem como principal anomalia a destruição das células cerebrais. Na grande maioria dos casos, os factores que poderão desencadear o aparecimento destas doenças ainda são desconhecidos. Estima-se que um grande número de doenças neurodegenerativas esteja associado a transmissão genética, no entanto, muitas ocorrem em casos isolados de uma família.

quinta-feira

Quem somos nós? Quais os nossos objectivos?



Nós somos um grupo da disciplina de área de projecto do 12º B, composto por: Filipe Almeida, David Martins, Guilherme Gouveia, Joana Figueiredo e Joana Martins.
Escolhemos como tema de trabalho algo relacionado com o cérebro: as doenças neurodegenerativas, e dentro destas, apenas cinco patologias (visto existirem muitas): a doença de Alzheimer, a doença de Parkinson, a doença de Huntington, a doença de Pick e a esclerose múltipla.
Os objectivos do nosso projecto são pesquisar, aprender, entender e dar a conhecer à comunidade as características gerais do tema; elaborar um blog para expor o nosso trabalho; organizar uma palestra sobre uma ou mais doenças do nosso projecto; elaborar um pequeno filme sobre os cuidados a ter, a medicação, a maneira de agir dos doentes; e uma visita a uma instituição relacionada com as patologias estudadas.